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sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Signo de Câncer
“Mês de junho
Qual é seu nome eu sei
Tempo de frio prazer
O mesmo nome hei de ter
Frio que rasga os lábios meus
Ser cria de um sábio…
Mês de junho
Tempo de festas quintais
Temos os signos iguais
Sonhos e planos reais
Ser que morde os lábios meus
Ventos que trazem presságios de um…
Mês de junho
Qual é seu nome eu sei
Tempo de frio prazer
O mesmo nome hei de ter”
É… mês de junho… Bela letra e melodia as dessa canção de Bruna Caram.
Nova versão desse blog disponível também em www.sendose.wordpress.com
Qual é seu nome eu sei
Tempo de frio prazer
O mesmo nome hei de ter
Frio que rasga os lábios meus
Ser cria de um sábio…
Mês de junho
Tempo de festas quintais
Temos os signos iguais
Sonhos e planos reais
Ser que morde os lábios meus
Ventos que trazem presságios de um…
Mês de junho
Qual é seu nome eu sei
Tempo de frio prazer
O mesmo nome hei de ter”
É… mês de junho… Bela letra e melodia as dessa canção de Bruna Caram.
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sábado, 6 de junho de 2009
Terça Insana
Assistir Terça Insana, na última quinta feira, dia 04, em Blumenau, foi realmente um momento muito bom. Sou fã há muito tempo, e acredito que muitos também, dessa gente que faz a gente rir. É a primeira vez que os vejo ao vivo, e a atmosfera, o humor e os personagens são maravilhosos. E por falar em humor, esse é de uma inteligência admirável. Um humor crítico, que rir de tudo e de todos, mas sem ofensas, sem rir por rir fazendo do objeto chacota e sim uma forma de reflexão em meio às performances dos quatro atores que se revezam entre os quadros.
Somos todos diferentes, e somos todos esquisitos de alguma forma, disse a diretora Grace Gianoukas ao final do espetáculo, então temos que rir primeiro da gente mesmo para que se possa rir do outro sem ofender, sem agredir. Temos que nos reconhecer e a partir daí termos uma postura mais leve perante a vida e a convivência com o nosso mundo e o mundo do outro.
O espetáculo intitulado “Terça Insana – 8 anos luz” traz alguns personagens já conhecidos do público como a Betina Botox, Aline Dorel, a Mal Amada por exemplo, e outros novos que são não menos interessantes e engraçados como A Fada, Leila e Laila e Salvador Lévi-Strauss.
Como disse foi um momento bom, na companhia de pessoas queridas, assistir esse espetáculo que durou mais de duas horas, mas que nem se sentiu o tempo passar. Isso talvez porque era humor, e o humor, o bom humor tem, entre outras capacidades, a de tornar a realidade mais leve.
Então vamos rir. Com inteligência. Eu recomendo.
Somos todos diferentes, e somos todos esquisitos de alguma forma, disse a diretora Grace Gianoukas ao final do espetáculo, então temos que rir primeiro da gente mesmo para que se possa rir do outro sem ofender, sem agredir. Temos que nos reconhecer e a partir daí termos uma postura mais leve perante a vida e a convivência com o nosso mundo e o mundo do outro.
O espetáculo intitulado “Terça Insana – 8 anos luz” traz alguns personagens já conhecidos do público como a Betina Botox, Aline Dorel, a Mal Amada por exemplo, e outros novos que são não menos interessantes e engraçados como A Fada, Leila e Laila e Salvador Lévi-Strauss.
Como disse foi um momento bom, na companhia de pessoas queridas, assistir esse espetáculo que durou mais de duas horas, mas que nem se sentiu o tempo passar. Isso talvez porque era humor, e o humor, o bom humor tem, entre outras capacidades, a de tornar a realidade mais leve.
Então vamos rir. Com inteligência. Eu recomendo.
PS: Hoje e amanhã, dias 06 e 07, eles estarão em Balneário pra quem se interessou.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Poema
Um poema que escrevi em 2003. Diz-me muito.
Não quero ser confundido
com os que se vãopara nunca mais...
Quero ser o que fica.
Na constância da vida
e dos fugazes momentos
o que deixa algo de si
na luta de ser-se a si mesmo.
Não ser o que passa;
Antes um passageiro do tempo
que me trás de volta a mim
e a tudo que se foi um dia
Sem preocupar-me
com erros e acertos,
sonhos, devaneios;
Continuar capazde
interromper a vida
para ver o Sol se pôr,
ou ficar em silêncio
à beira da praia
ouvindo o Mar.
(by Cris Floriano)
Não quero ser confundido
com os que se vãopara nunca mais...
Quero ser o que fica.
Na constância da vida
e dos fugazes momentos
o que deixa algo de si
na luta de ser-se a si mesmo.
Não ser o que passa;
Antes um passageiro do tempo
que me trás de volta a mim
e a tudo que se foi um dia
Sem preocupar-me
com erros e acertos,
sonhos, devaneios;
Continuar capazde
interromper a vida
para ver o Sol se pôr,
ou ficar em silêncio
à beira da praia
ouvindo o Mar.
(by Cris Floriano)
domingo, 31 de maio de 2009
Simples.
A vida é simples como só ela pode ser.
É tão bom poder apreciar e sentir o lado natural da vida e não aquele que construímos, nos impomos, ou nos impõe e que às vezes, por interesses diversos, mascaramos.
É bom poder ver o azul do céu, sentir o vento batendo nos cabelos, olhar as estrelas brilhando em uma limpa noite de inverno e sentir aquele geladinho na ponta dos dedos e do nariz. Ver e ouvir a chuva caindo, deixá-la escorrer pelas mãos e rosto, e parar alguns minutos para apreciar a imensidão do mar...
Sinto-me criança nessas horas. Quando deixo as armaduras de lado e volto a mim, a minha essência.
Deleitar-me, por exemplo, com algo tão comum, tão complexo e simples ao mesmo tempo quanto um avião ganhando os céus. Eu também posso voar.
E tão bom quanto tudo isso, é poder compartilhar esse momento com alguém que sabe apreciá-las também. Passear por aí, ouvindo todos os sons e a musicalidade do viver.
Apreciar a vida simples como só ela pode ser.
É tão bom poder apreciar e sentir o lado natural da vida e não aquele que construímos, nos impomos, ou nos impõe e que às vezes, por interesses diversos, mascaramos.
É bom poder ver o azul do céu, sentir o vento batendo nos cabelos, olhar as estrelas brilhando em uma limpa noite de inverno e sentir aquele geladinho na ponta dos dedos e do nariz. Ver e ouvir a chuva caindo, deixá-la escorrer pelas mãos e rosto, e parar alguns minutos para apreciar a imensidão do mar...
Sinto-me criança nessas horas. Quando deixo as armaduras de lado e volto a mim, a minha essência.
Deleitar-me, por exemplo, com algo tão comum, tão complexo e simples ao mesmo tempo quanto um avião ganhando os céus. Eu também posso voar.
E tão bom quanto tudo isso, é poder compartilhar esse momento com alguém que sabe apreciá-las também. Passear por aí, ouvindo todos os sons e a musicalidade do viver.
Apreciar a vida simples como só ela pode ser.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Passando o tempo passado.
Seis meses se passaram...
E me descubro bem outra vez, como há tempos estive antes de tudo. Do que já não sei mais o que foi, o que é ou o que seria.
Olho pro lado e vejo meu grande amigo, o tempo, que me trás coisas boas, mas às vezes quase me mata com sua verdadeira sinceridade. Tudo bem. Estou acostumado com ele. E na sua companhia me pego aqui olhando a imensidão do mar, do céu e suas estrelas.
Amo as imensidões. Quando fico a admirá-las sinto-me como se fizesse parte delas; é como se eu pudesse me espalhar em sua grandiosidade e me tornar mais tranqüilo e consciente do que me cerca ou tornar muito mais leve tudo o que doeu em mim.
“De tarde quero descansar, chegar até a praia, ver se o vento ainda está forte e vai ser bom subir nas pedras. Sei que faço isso pra esquecer, eu deixo a onda me acertar, e o vento vai levando tudo embora.
Agora está tão longe. Vê, a linha do horizonte me distrai:...” (R. Russo)
E me descubro bem outra vez, como há tempos estive antes de tudo. Do que já não sei mais o que foi, o que é ou o que seria.
Olho pro lado e vejo meu grande amigo, o tempo, que me trás coisas boas, mas às vezes quase me mata com sua verdadeira sinceridade. Tudo bem. Estou acostumado com ele. E na sua companhia me pego aqui olhando a imensidão do mar, do céu e suas estrelas.
Amo as imensidões. Quando fico a admirá-las sinto-me como se fizesse parte delas; é como se eu pudesse me espalhar em sua grandiosidade e me tornar mais tranqüilo e consciente do que me cerca ou tornar muito mais leve tudo o que doeu em mim.
“De tarde quero descansar, chegar até a praia, ver se o vento ainda está forte e vai ser bom subir nas pedras. Sei que faço isso pra esquecer, eu deixo a onda me acertar, e o vento vai levando tudo embora.
Agora está tão longe. Vê, a linha do horizonte me distrai:...” (R. Russo)
terça-feira, 12 de maio de 2009
Saudade...(?)
Zéca Baleiro já dizia em uma canção “a saudade é um trem de metrô, subterrâneo, obscuro, escuro e claro, é um trem de metrô.” E ele estava certo. Tantas nuances de um mesmo sentimento que às vezes ela quase nos mata, porque por vezes, no meio do caminho, esse trem nos atropela de cheio. E nunca há avisos indicando a sua vinda.
Algumas saudades são boas, nos trazem um alento, uma recordação alegre. Outras nem mais ao certo sabemos do que é, ou o porquê de senti-las quando muitas delas provem de algo que em algum momento deixou de fazer sentido a nós. E por que será me pergunto. Talvez porque lá no fundo ainda façam algum sentido e não admitimos, ou porque queremos dar algum a elas?
Acho que é saudade de nós mesmos: de quando éramos completos com nós mesmos.
É...
“A saudade é um filme sem cor que o meu coração quer ver colorido”, mas nem sempre possível por isso... Saudade.
Algumas saudades são boas, nos trazem um alento, uma recordação alegre. Outras nem mais ao certo sabemos do que é, ou o porquê de senti-las quando muitas delas provem de algo que em algum momento deixou de fazer sentido a nós. E por que será me pergunto. Talvez porque lá no fundo ainda façam algum sentido e não admitimos, ou porque queremos dar algum a elas?
Acho que é saudade de nós mesmos: de quando éramos completos com nós mesmos.
É...
“A saudade é um filme sem cor que o meu coração quer ver colorido”, mas nem sempre possível por isso... Saudade.
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